Nosso texto de hoje tem uma abordagem mais prática. Nos últimos tempos, eu venho falando bastante aqui de hermetismo e, aos poucos, construindo um pequeno repertório de técnicas para iniciantes, o que já inclui um ritual de proteção, exercícios com as vogais planetárias e um mantra de limpeza, tudo funcional e dentro dessa corrente da retomada contemporânea do hermetismo clássico. Hoje vamos tratar de um elemento importantíssimo a qualquer praticante, que são as preces de rotina.
Sobre o assunto no geral, eu já tratei disso no texto Quem responde às nossas preces? Preces podem fazer muitas coisas, mas idealmente elas servem para firmar essa conexão com o Divino e com a egrégora com a qual se procura trabalhar. Na medida em que representam uma aplicação da sua cosmologia e valores, não apenas como teoria, mas prática, repeti-las é alinhar-se com a corrente espiritual de onde elas se originam, de modo que, quanto maior essa conexão, quanto maior esse alinhamento, mais fácil é o trabalho dentro dessa corrente. No mais, quando usamos fórmulas bem estabelecidas, temos aí uma garantia de estarmos nos conectando com as forças corretas e não com qualquer coisa.
Assim sendo, sem mais delongas, hoje eu vou oferecer para vocês quatro tipos de prece, dentro do hermetismo, entre releituras modernas e fórmulas antigas: uma invocação preliminar, uma adoração, uma prece de agradecimento e uma prece penitencial. Tudo em português, para que qualquer um possa incorporar à sua prática se assim desejar.

(Agora, antes de prosseguirmos, eu só queria deixar um recadinho sobre os nossos cursos: temos vagas abertas para turmas de julho de INTRODUÇÃO PRÁTICA À MAGIA (quartas à noite, a partir do dia 23/7 até o fim de agosto) e EXPERIMENTOS EM REMEDIAÇÃO ASTROLÓGICA (terça à noite, dia 29/7). E também no Instituto Pranaterapia São Paulo, neste fim de semana, dias 12 e 13 de julho, a Maíra estará oferecendo o curso de Pranic Healing Nível Básico (inscrições aqui). É só isso, por ora. Pode continuar a leitura)
Uma invocação preliminar
Os trabalhos preliminares são, na minha opinião, uma parte importantíssima de qualquer ritual. Já falei várias vezes disso por aqui e inclusive já ofereci uma prece para trabalhos babilônicos e todo um texto só de rituais preliminares. Por esse motivo acho que não preciso me repetir mais uma vez e posso ir direto para as fórmulas.
Pensando em condensar uma série de conceitos herméticos numa prece só e bebendo de fontes variadas, eu cheguei à seguinte invocação, que eu mesmo compus, que eu mesmo uso e compartilho agora com vocês:
Ao Supremo Divino, o teu santo nome, em reverência, eu invoco agora: IAŌ AŌI ŌIA AIŌ IŌA ŌAI. Eu te glorifico, deus dos deuses, que trouxeste ordem ao universo, PSINŌTHER, que és a alma dos deuses, tu a quem pertence a eterna procissão dos céus, pela qual fora estabelecido teu nome de sete letras para a harmonia das esferas: AEĒIOYŌ. Eu te invoco, Ó Aion eterno e autoengendrado, que sozinho manténs a criação de todas as coisas, a quem ninguém compreende, a quem os deuses veneram, cujo nome nem mesmo os deuses podem pronunciar. Eu te invoco como os deuses te invocam. Eu te invoco como as deusas te invocam. Eu te invoco como os ventos te invocam. Eu vos invoco, divino Aion, divino Agathos Daimon, divino Poemandro, todos os grandes deuses, anjos e arcanjos da hierarquia cósmica, mestres sagrados, nosso mestre Hermes Trismegisto, nossos mestres Apolônio, Orfeu, Petosíris, Salomão e meu próprio dáimon pessoal, a vós eu saúdo e rogo por vossas bênçãos, vossa misericórdia, proteção, sabedoria e poder, para estes ritos.
Todas as fórmulas usadas aqui são derivadas dos PGM e preces clássicas, incluindo o framing rite do Sam Block. A parte em que eu inovo um pouco é na hierarquia, que começa com o Supremo Divino e deidades, anjos e outros seres celestiais, depois passa para mestres espirituais, dentre os quais se destaca Hermes Trismegisto, obviamente, em primeiro plano, mas tem também outros nomes importantes. Apolônio de Tiana (conhecido também como Balinas em textos árabes) é um nome bastante conhecido, inclusive por seu envolvimento na história da Tábua de Esmeralda, por isso acho que não é polêmico invocá-lo junto com Hermes. É possível que haja objeções a Orfeu e Salomão, que são inclusões menos ortodoxas. Porém, dada a sua presença nos PGM e a proximidade do hermetismo com as tradições órfica e salomônica, me parece razoável incluí-los. A presença de Petosíris, sumo sacerdote de Thoth na Hermópolis do século IV a.C., é mais inovadora e o motivo de ele estar aqui é por conta dos indícios em seu túmulo que parecem situá-lo nas possíveis origens do hermetismo (Dr. Justin Sledge comenta isso neste vídeo aqui).
Caso você prefira, no entanto, uma invocação mais genuína, diretamente da antiguidade mesmo, temos outras opções, como a que abre a Liturgia de Mithras (que já publicamos aqui anteriormente) e uma outra, bastante antiga e poderosa também, no chamado “Oitavo Livro de Moisés” dos PGM XIII. Aqui eu fiz uma tradução para o português com base na tradução inglesa que estava no site Antike Magie, da Dra. Kirsten Dwziza. Sua referência é a segunda folha do “Oitavo Livro de Moisés”, século IV, Egito, 26,5 x 15 cm AMS 76 do Rijksmuseum van Oudheden, Leiden. Essa página já não está mais disponível no site dela, por algum motivo, mas ainda pode ser acessada via Wayback Machine (link aqui).
A minha tradução é a seguinte:
Eu te invoco, a ti que é o supremo sobre todas as coisas, que criaste todas as coisas, Tu, o autoengendrado, o Onividente e Invisível.
Tu concedeste ao sol sua glória e seu poder; e à lua, o crescer e minguar, mantendo certas órbitas, e nada tomaste da escuridão anterior, mas deste-lhes igual medida.
Pois quando tu apareceste, o universo passou a ser, e houve luz.
Todas as coisas são sujeitas a Ti; Tua forma verdadeira, nenhum dos deuses é capaz de ver.
Tu, que podes Te mudar em tudo, és o invisível Aion do Aion.

A adoração em Poemandro
Essa é clássica. No primeiro texto do Corpus Hermeticum, chamado de Poemandro, Hermes Trismegisto conclui o sermão com uma prece ao Deus Supremo. Na tradução de David Pessoa de Lira, do volume Corpus Hermeticum Graecum (ed. Pensamento), essa prece ficou assim:
Santo é Deus e Pai de todos.
Santo é Deus, cuja vontade é cumprida pelas suas próprias potências.
Santo é Deus, que quer ser conhecido e é conhecido pelos seus.
Santo és, que tens constituído por ti os seres com a palavra.
Santo és, cuja toda natureza produziu uma imagem.
Santo és, que a natureza não formou.
Santo és, o mais forte do que a potência.
Santo és, o maior do que toda proeminência.
Santo és, o melhor que os louvores.
Recebe os sacros sacrifícios racionais de alma e coração, dedicados a ti, ó Inexprimível, ó Inefável, tu que és chamado em silêncio. Ao que se solicita que não sejamos destituídos da gnose referente à nossa essência; consente a mim e me investe de potência, e iluminarei os que estão na ignorância do gênero humano, meus irmãos, mais ainda teus filhos, através dessa graça. Por isso, creio e testifico: eu vou para vida e luz. Bendito és, Pai, a tua humanidade quer consagrar contigo, conforme entregaste toda a autoridade a ela.
Em termos práticos, essa adoração pode ser encaixada tanto na abertura do ritual, após a invocação preliminar (uma versão encurtada dela é usada assim em rituais da Golden Dawn, aliás) quanto em outros momentos, como em prostrações ou antes de meditar. Eu pessoalmente já usei até durante um benzimento.
Uma prece penitencial
Esta é uma inovação contemporânea. A relação que a gente constrói com as forças espirituais é uma relação que, ao meu ver, é muito parecida com uma relação com pessoas. E, com pessoas, de vez em quando é bom a gente pedir desculpas por qualquer coisa que a gente tenha feito. O ser humano vacila, faz parte. O importante é buscar essa reparação.
Há mais de uma forma de se fazer isso: tem os salmos penitenciais na tradição bíblica e as preces ershahunga na tradição mesopotâmica. Para o hermetismo, o polyphanes (Sam Block) elaborou uma prece chamada de “The Repentances” ou “Os Arrependimentos”. Esse material pode ser acessado em seu site, The Digital Ambler, no post, The Hermetic Refranations and Repentances (link aqui). Sua inspiração é declaradamente budista, mas a formulação inclui referências a material do Corpus Hermeticum, CH I.20, CH I.22—23, CH I.28, CH VII.1—2, CH IX.4, CH X.8 e CH X.22. Eu estava olhando o site dele no mês retrasado e aí pedi com jeitinho para o Sam e ele me deixou publicar a minha tradução da prece dele, que segue abaixo:
Sem prestar atenção ao que disse ou fiz,
eu agi como um ser inconsciente.
Inconsciente, eu agi com irreverência;
na irreverência, vaguei pelo erro
e no erro, me associei à ignorância.
Na irreverência, no erro, na ignorância
transgredi as leis do céu e da terra
por meio dos meus sentidos, meus feitos, minha fala e pensamentos,
fiz o que não devia ter feito
e o que devia ter feito evitei fazer.
Por tudo que fiz abertamente ou em segredo
por tudo que cometi contra o divino e a natureza
para que eu possa me responsabilizar e buscar o equilíbrio
eu confesso agora a todos que possam me ouvir
e de todos que possam me ouvir busco perdão.
Com as mãos erguidas e a cabeça baixa
atiro-me diante dos deuses que me julgam
e busco seu perdão e misericórdia por minha irreverência
de modo que, na reverência, eu me liberte da pira do sofrimento
e receba o fogo da luz que ilumina a consciência.
Com as mãos erguidas e a cabeça baixa
atiro-me diante dos sábios que me ensinam
e busco seu perdão e sabedoria pelo meu erro
para que, na realização, eu me salve do dilúvio da corrupção
e receba a água da vida que nutre a alma.
Com as mãos erguidas e a cabeça baixa
atiro-me diante dos viajantes que caminham comigo
e busco seu perdão e assistência pela minha ignorância
para que, no conhecimento, eu me purifique da fetidez do vício
e receba o incenso da virtude que refina o corpo.
Confesso minha irreverência, meu erro e minha ignorância;
que eu obtenha o perdão, Ó deuses, sábios e viajantes!
Sob esta luz, vida e virtude eu venero o Todo;
suplico também em prece que eu possua sempre boa consciência
e mantenha a reverência, a realização e o conhecimento.
A recomendação é que essa prece seja usada no começo de uma sessão de práticas espirituais, para que a sua prática seja livre de máculas. Eu pessoalmente faço logo depois da abertura geral e dedicação de incenso, assim que eu me sento para meditar.
É importante frisar um último detalhe, um fato que eu acredito não ser muito conhecido: esse tipo de prática de arrependimento e perdão tem o poder de retirar sujeitas espirituais do fundo dos nossos corpos sutis1. Como consequência, essa energia suja entranhada tende a vir à tona e aparecer nos níveis mais superficiais. Por esse motivo, depois de recitar essa prece, eu acho bom fazer uma série de 108 repetições do mantra PSINŌTHER NŌPSITHER THERNŌPSI logo na sequência, para limpar o que possa subir e aí continuar com as suas práticas num estado mais profundo de purificação.
A prece de agradecimento
Assim como a gente pede desculpas, também convém agradecer. Na tradição bíblica, o salmo que serve para isso é o 150. No hermetismo, existe uma prece famosa presente no final do texto hermético conhecido como o Asclépio. Em latim:
Gratias tibi summe, exsuperantissime; tua enim gratia tantum sumus cognitionis tuae lumen consecuti, nomen sanctum et honorandum, nomen unum, quo solus deus est benedicendus religione paterna, quoniam omnibus paternam pietatem et religionem et amorem et, quaecumque est dulcior efficacia, praebere dignaris condonans nos sensu, ratione, intellegentia: sensu, ut te cognouerimus; ratione, ut te suspicionibus indagemus; cognitione, ut te cognoscentes gaudeamus. Ac numine saluati tuo gaudemus, quod te nobis ostenderis totum; gaudeamus, quod nos in corporibus sitos aeternitati fueris consecrare dignatus. Haec est enim humana sola gratulatio, cognitio maiestatis tuae. Cognouimus te et lumen maximum solo intellectu sensibile; intellegimus te, o uitae uera uita, o naturarum omnium fecunda praegnatio; cognouimus te, totius naturae tuo conceptu plenissimae [cognouimus te] aeterna perseueratio. In omni enim ista oratione adorantes bonum bonitatis tuae hoc tantum deprecamur, ut nos uelis seruare perseuerantes in amore cognitionis tuae et numquam ab hoc uitae genere separari. Haec optantes: conuertimus nos ad puram et sine animalibus cenam.
(O texto do Asclépio inteiro no original pode ser acessado neste link aqui.)
Faz muitos anos que eu não estudo latim, por isso seria trabalhoso demais eu tentar traduzir esta prece por conta, aí vou ter que oferecer aqui uma tradução que não é minha. Infelizmente eu não consegui achar o nome do tradutor, se alguém souber de quem é, peço que me informem, por favor. Reproduzo-a abaixo:
Damos-te graças, Altíssimo, que ultrapassas infinitamente as coisas, pois por teu favor obtivemos esta luz tão grande que permite conhecer-te, Nome santo e digno de reverência, Nome único pelo qual Deus somente deve ser bendito segundo a religião de nossos maiores, posto que dignas outorgar a todos os seres teu afeto paternal, teus cuidados solícitos, teu amor e tudo aquilo que pode existir de virtude benfeitora mais doce ainda, fazendo-nos dom do intelecto, da razão, do conhecimento: do intelecto, para que possamos conhecer-te; e da razão, para que, por meio de nossas instituições, alcancemos o fim de nossas investigações; do conhecimento, para que conhecendo-te, gozemos. Regozijamo-nos, pois, salvos por teu poder, de que te hajas manifestado, a nós, inteiramente, regozijamo-nos de que, ainda encontrando-nos nesta carne tenhas to dignado, consagrar-nos à eternidade. O único meio que o ser humano possui de te dar graças e conhecer tua majestade. Nós te conhecemos, a ti e a esta luz imensa que somente o espírito capta; o compreendemos, oh! verdadeira vida da vida, o seio que porta tudo o que vem a ser! Conhecemos a ti, permanência eterna de toda natureza infinitamente repleta de tua obra procriadora. Nesta prece, em que adoramos o bem de tua bondade, pedimos apenas uma coisa: fazei com que nos conservemos perseverantes no amor de teu conhecimento e que não nos afastemos nunca deste gênero de vida.
Mas espere, tem mais: de novo cito o polyphanes (Sam Block), no seu post The Three Versions of the Hermetic Thanksgiving Prayer (link aqui). Como o título do texto indica, há três versões, na verdade, da prece de agradecimento. A do Asclépio é a versão latina, mas tem uma prece em copta no Discurso sobre a oitava e a nona (manuscrito encontrado na biblioteca Nag Hammadi) e outra em grego nos PGM III. 591—611, no contexto de um ritual com Hélios. O abençoado do Sam já fez o trabalho para nós de comparar as preces, com suas pequenas variações, e chegar a uma versão sintetizada. E aí, de novo, eu a traduzi e compartilho abaixo:
A ti damos graças, Ó ser supremo2;
Cada alma e cada coração a ti estende as mãos, Ó nome inefável,
honrado como “Deus” e louvado como “o Pai”
pois a tudo e todos tu demonstraste
benevolência, afeto e amor paternos, dulcíssima energia,
no que tu nos concedeste intelecto, verbo e conhecimento
o intelecto, para que possamos compreender-te;
o verbo, para que possamos invocar-te;
o conhecimento, para que possamos conhecer-te.
Regozijamos, pois fomos iluminados por teu conhecimento .
Regozijamos, pois tu te revelaste a nós.
Regozijamos, pois tu fizeste de nós, os encarnados, divinos por teu conhecimento.
Os agradecimentos da humanidade a ti pertencem e a ti somente
para que possamos conhecer-te
Ó Luz do Intelecto, nós te conhecemos.
Ó Vida da Vida, nós te conhecemos.
Ó Ventre de toda criatura, nós te conhecemos.
Ó Ventre grávido da natureza do Pai, nós te conhecemos.
Ó permanência eterna do Pai criador, nós te conhecemos.
Assim veneramos a tua benevolência.
Assim por uma única graça pedimos: que sejamos preservados em teu conhecimento.
Assim por uma única proteção pedimos: que desta vida não nos desviemos.
Em termos práticos, essa prece pode ser utilizada sempre que quisermos demonstrar nossa gratidão. Pode ser como parte de uma rotina, ao término de um ritual mais complexo ou uma sessão de meditação, práticas espirituais, ou então após recebermos boas notícias e descobrirmos que algum trabalho deu frutos. O Asclépio oferece instruções de recitá-la voltando-se para o leste, de manhã (especificamente ao amanhecer) ou para o sul, de noite (especificamente ao anoitecer).
(Meus agradecimentos, em tempo, ao Sam pela permissão de publicar traduções de preces dele)
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E é isso. O texto de hoje é mais prático e não precisa de tanto falatório desta vez. É possível ainda que eu venha a ampliar este texto futuramente e atualizá-lo com a inclusão de outras preces. Minha intenção é oferecer estas preces para que todo mundo que faz os cursos e que lê O Zigurate possa copiá-las e talvez compilar no seu grimório pessoal para usar como parte de sua rotina. Assim a prática hermética vai ganhando corpo e se tornando mais robusta.
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- A comparação que a Maíra sempre faz é com uma piscina suja. Quando a sujeira está quietinha lá embaixo, parece até que a piscina está limpa, mas é você começar a limpar que se agita tudo e, por uns momentos, parece que estava pior do que antes. É do processo. Quem é do Pranic Healing também pode testar o que eu estou falando neste parágrafo e avaliar especialmente a coroa e os cardíacos após essas práticas. ↩︎
- O “ser supremo” (“summe exsuperantissime”) não está na versão final do Sam, apenas na versão latina, mas eu quis fazer questão de incluir. ↩︎
